segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Samuel, meu príncipe

Há algum tempo venho querendo fazer esse blog. Pra falar de amor, pra falar de filho, pra falar de mãe. Desde que meu Samuel nasceu há 4 meses e meio, minha vida deu uma reviravolta muito grande. E desde então venho tentando encontrar tempo para me dedicar a escrita, este bem tão precioso que nos escapa dentre os dedos pós maternidade.
Um dos intuitos do blog é escrever pra ele, lá na frente meu pequeno, você vai ler isso aqui e vai descobrir como foram seus primeiros dias, meses e anos. E é bom eu me apressar para que não me escapem detalhes, já que lá se foram mais de 4 meses de novidades.
Eu sempre sonhei em ser mãe, mais que qualquer coisa nessa vida. Mais que estudar, trabalhar, casar, enfim, a maternidade sempre trouxe fascínio à minha vida. Mas quando tudo ainda fazia parte do campo dos sonhos era bem distante do que quando tudo se tornou muito real.
Depois de 2 anos e meio de casados, eu e o marido engravidamos, sim, porque pai que é pai engravida junto. Foram dias de muita alegria, euforia, festa, nervosismo, medo, insegurança, expectativa, sonho.
Nos primeiros meses um enjoo interminável tomou conta do meu ser, mas isso não impediu de forma alguma que eu curtisse cada instante da minha gravidez. Lá pelo 4º mês os enjoos se foram assim como eles vieram, meio que do nada. E exatamente nessa época descobrimos que Samuel era Samuel e não Ana Júlia...rsrsrs. Motivo de alegria imensa, afinal a mamãe aqui já sonhava com esse molequinho lindo(mas nos sonhos ele era bem cabeludinho....hehehe). E lá fomos nós, começar enxoval, reformar quarto e preparar a chegada do nosso principezinho amado. Nunca pensei que existiam tantas coisas pra bebês. Nessa mesma época descobri o que era mijão, enxugador, pagão(que eu detestei por sinal) e por aí vai. Foram tantos itens, e a gente que achava que precisava de tudo, mas nem tudo era útil e muito menos seria usado (só hoje aprendi).
Foi uma gravidez muito agradável, tranquila, sem nenhuma intercorrência, exceto pelas tenebrosas dores nas pernas e quadris,que ao final da gestação me tornaram quase inválida (sem exageros) e que uma boa fisioterapia me ajudou bastante nessa fase. E lá no finalzinho veio ela, ela, ela...a bendita azia. Essa me deu uma balançada legal, parecia que meu estômago estava cá na boca, bem tenebrosa...mas passou exatamente no dia que bebezinho lindo nasceu. E falando nesse dia....deixa esse dia pro próximo post. Até lá!